Em um mundo repleto de tecnologia, é normal que as coisas estejam mudando o tempo todo. Mudamos a forma em que consumimos, produzimos, aprendemos e, principalmente, como nos relacionamos. Diante de um cenário tecnológico, muito se fala sobre as habilidades futuras, o que crianças e jovens precisam desenvolver para se destacaram no futuro?

E como resposta temos as soft skills, ou as “habilidades sociais humanas” que se tornarão cada vez mais valiosas – habilidades como empatia, trabalho em equipe, percepção de contexto, colaboração e pensamento criativo serão diferenciais para quem quiser se destacar no mercado de trabalho, por exemplo.

Dessa forma, cabe à escola mostrar ser empático, fazendo com que crianças e jovens criem senso de responsabilidade e assumam um papel protagonista nas mudanças do mundo. Porém, nem sempre a preocupação com o outro é prioridade, nesse caso, vale ficar em alerta, pois a falta de empatia pode ser associada a problemas como bullying, intolerância, preconceito e violência.

Assim, é importante que alunos de todas as idades tenham a possibilidade de desenvolver atitudes empáticas para que seja possível uma sociedade mais madura, inteligente e conectada entre si.

Como cultivar a empatia dentro e fora da sala de aula?  

Crianças e jovens gastam cada vez mais tempo envolvidos com jogos virtuais e mídias sociais, se desenvolvendo mais em habilidades técnicas e, algumas vezes, deixando as habilidades sociais um pouco de lado. Habilidades como empatia e colaboração precisam ser reforçados no dia a dia e no ambiente escolar.

Na Educação Infantil, ao trabalhar a empatia na sala de aula, conseguimos influenciar positivamente crianças em seus primeiros contatos com a sociedade, firmando, na formação desses alunos, a importância de olhar para o outro e ser mais compreensivos com as possibilidades dadas a cada pessoa.

Uma boa primeira atividade é a prática de conversar sobre sentimentos de cada um dos alunos da turma. Frisando a importância dos sentimentos, sejam eles bons ou ruins e aumentando a percepção de que as pessoas sentem diferentes coisas em uma mesma situação. Dessa forma, as crianças criarão laços entre elas e com os professores, tornando mais fácil a identificação de problemas e a resolução dos possíveis transtornos.

Algumas atividades lúdicas também são essenciais para esse desenvolvimento acontecer desde cedo, uma delas é a contação de histórias com personagens, muitas vezes animais, que passam por alguns percalços em suas jornadas.

A educação é um processo misto envolvendo escola, família e a comunidade como um todo. Dessa forma, o ensino da empatia também deve ser desenvolvido e cultivado em casa. É preciso que pais e gestores estejam unidos, orientando crianças e jovens a lidarem com as suas emoções, ajudando a entender quais são as suas necessidades e perspectivas, assim como a do outro.

Mesmo vivendo em uma sociedade competitiva, onde a sensibilidade vai sendo deixada de lado, é perceptível que a empatia é capaz de tornar as crianças e jovens mais compreensivas e felizes, o que reflete no desenvolvimento e aproveitamento escolar. A empatia deve ser levada a sério dentro e fora da escola, e o educador deve se colocar também no lugar do aluno, para que juntos possam construir uma de educação de qualidade.

(Fonte: Neuro Saber)

Como o Equipe trabalha isso?

Através do projeto Semeando Valores, que trabalha valores como respeito, humildade e solidariedade. O projeto estimula a aprendizagem de valores e atitudes positivas para o desenvolvimento integral do potencial individual e, consequentemente, social do aluno. Valorizar esses comportamentos contribui para a formação cognitiva, afetiva, social e cultural e sensibiliza os alunos para o real significado de inclusão dentro e fora do colégio, respeitando as diferenças de cada um.

O colégio também promove campanha antibullying e de valorização à vida (Setembro Amarelo).